A importância da emenda

sexta-feira, 10. maio 2013

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Hoje estávamos em uma reunião interna discutindo questões de uma nossa obra e falamos amplamente sobre tudo aquilo que esta foto mostra.

Quando falamos em fundações profundas assumimos que o elemento que será instalado no solo deverá atingir a camada de solo resistente para o trabalho que deverá fazer, na verdade isso é fundação, seja ela profunda ou rasa.

A questão é que quando você tem que atingir grandes profundidades, mais que 25 m, começamos a ter uma serie de fatores que começam a ser relevantes.

Para garantir uma fundação profunda de qualidade você deve se assegurar, e assim assegurar seu cliente, e assim a sociedade, de algumas coisas:

- chegou-se na camada onde o solo oferece a resistência necessária para a carga de projeto?
- o elemento está intacto e portanto resistirá as solicitações que serão aplicadas nele?

Para que as respostas sejam positivas, a estaca, e por estaca considere todos os elementos necessários para atingir a profundidade que a carga demanda, deve estar integra, todos os módulos dela devem estar intactos e, por meio da emenda, trabalhar como uma peça monolítica.

Parece simples, mas nao é.

Em fundações profundas, a qualidade do produto é fundamental.

Aqui surge a importância deste elemento chamado emenda.

É ela que assegura que todos os elementos de concreto trabalhem como uma peca monolítica distribuindo assim os esforços ao longo de todo o fuste.

Se a emenda não estiver perfeita, e neste termo emenda incluímos a solda feita na hora da cravação, as cargas não serão distribuídas de forma continua e assim a peça sofrerá um desgaste prematuro, podendo ocasionar inclusive a quebra da mesma.

Para resistir as batidas do martelo, e serão centenas, as vezes milhares, para atingir a carga necessária, o concreto deve ser o melhor possível e a emenda deve assegurar a continuidade do elemento.

Começa aqui a importância do concreto centrifugado, que por suas características próprias do processo de fabricação, confere ao concreto resistências muito superiores ao concreto vibrado.

Importante frisar também que, ao cravarmos uma estaca, ela, além dos esforços mencionados acima, sofrerá torção ao longo do fuste e deslocamento da ponta em relação ao topo.

Isso só aumenta a necessidade de um produto de alta qualidade e desempenho.

Para maiores detalhes técnicos, visite nossa pagina onde disponibilizamos todos os nossos materiais, cases e estudos, inclusive publicados em seminários amplamente reconhecidos.

Para ser redirecionado para esta pagina clique aqui.

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Catálogo técnico de estacas centrifugadas

sexta-feira, 1. março 2013

Matéria

quarta-feira, 7. novembro 2012

Na edição deste mês da revista Fornecedores Governamentais saiu uma matéria cujo titulo é “Tecnologia variada para garantir um serviço de alta qualidade”.

O artigo trata do mercado de energia, mercado pelo qual iniciamos nossas atividades no Brasil.

O concreto centrifugado, que sempre defendemos, tem características de durabilidade que minimizam os degradantes efeitos da poluição e agressões do meio ambiente.

No mercado de energia atendemos todas as etapas por meio de nossos postes, linhas de transmissão e subestações, permitindo ao cliente encontrar todas as soluções necessárias para todo o processo de distribuição de energia.
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Nossos Valores levados a sério: inovação

terça-feira, 19. junho 2012

Dentro de um projeto de estaqueamento existe a preocupação constante de controlar a capacidade de carga de cada elemento de fundação, garantindo à resistência de cada estaca e consequentemente a confiabilidade do empreendimento.

No caso de estacas cravadas o controle é realizado de forma momentânea, pois a interação entre o golpe aplicado pelo martelo e a resistência (e/ou reação) do solo permite avaliar a resistência mobilizada, mas também assegura a integridade da estrutura.

Os métodos convencionais de controle são os diagramas de cravação, as provas de carga estática (PCE), os ensaios de carregamento dinâmico (ECD) e o registro do conjunto nega e repique elástico.

Em termos de amostragem os custos variam e a quantidade de estacas ensaiadas se refere a um percentual do universo de estacas de uma obra.

A Tabela 01 apresenta uma relação entre os tipos de controle e a amostragem/custo relativo para cada tipo de ensaio.
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O uso do método do repique elástico, aliado a uma formulação dinâmica aferida para cada projeto, permite estimar e controlar a capacidade de carga de estaca por estaca, ou seja, 100% do projeto, reduzindo as incertezas e agregando na confiabilidade do projeto.

Adicionalmente considerando que a estaca cravada no piquete representa uma sondagem real daquele ponto, o controle sistemático permite melhorar a cravação para a próxima estaca. De um modo geral é um processo de retroanálise continuo, em que há a redução das incertezas, e consequentemente o aumento da confiabilidade.

O repique elástico é simplesmente a resposta do solo a um nível de carregamento aplicado pelo sistema de cravação, conforme se incrementa os carregamentos é possível de construir uma curva de resistência mobilizada por deslocamento, apenas com uma folha de papel, lápis e alturas variáveis (e/ou energia) do martelo.

O sinal é coletado a partir de uma referencia instalada próxima ao solo (régua) e próximo da estaca, onde é fixada uma folha de papel, e com um lápis apoiado na referencia aplica-se golpes do martelo no topo da estaca e registra o deslocamento vertical ao longo do tempo.

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Mas o controle através do repique elástico gerava discussões quanto à segurança do operador em retirar o sinal embaixo do martelo, bem como também a precisão do sinal coletado e a possibilidade da influencia humana.

A Figura 01 a) apresenta um exemplo de sinal de repique coletado no final do processo de cravação de uma estaca, e a parte b) um sinal de repique elástico durante a execução de um ensaio de carregamento dinâmico em que se utilizam alturas crescentes.
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A constante inovação está presente na historia da SCAC, uma vez que se buscam sempre novos conceitos em tecnologia e soluções para a engenharia de fundação.

A consciência empregada pela empresa está na sua origem, podendo ser definida nas palavras confiança, inovação, qualidade e segurança – esses são os valores da empresa, transformando estas características como partes integrantes do real significado do processo.

A SCAC buscou na tecnologia o auxilio necessário para que a palavra “consciência” esteja presente cada vez mais no seu dia a dia, mantendo a inovação e seus princípios de origem. Temos orgulho de sermos os primeiros, pelo menos no Brasil, a apresentar a tecnologia do PDM (Pile Driving Monitor) e entregar essa ferramenta ao mercado.
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PDM
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O PDM é um equipamento que permite aliar uma precisão da medida do conjunto nega e repique, estimando em campo e tempo real a resistência mobilizada (a partir de fórmulas dinâmicas calibradas) por cada golpe aplicado pelo martelo, monitorando a cravação completa, final da execução e a eficiência do martelo de cravação.

O PDM é o estado de arte de dispositivos óptico-eletronicos que permite realizar o monitoramento do deslocamento de uma estaca a uma distância de 10 a 30 metros sem contato físico com a estaca durante a cravação, o que permite aumentar a segurança e retirar os efeitos de vibração do terreno.

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A precisão dos registros é de 0,1 mm, com uma alta taxa de digitalização das medidas (aproximadamente 200 golpes/s) de repique e do pico de velocidade sem a utilização de qualquer tipo de instrumentação ou uso de sensores.

O equipamento permite obter uma analise em campo (Figura 04 e 05) e transmitir em tempo real a informação para o escritório de engenharia a fim de dirimir uma dúvida durante a execução.

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As Figuras 06 e 07 apresentam casos de instrumentação com o PDM em algumas obras, apresentando uma correlação entre as medidas de repique obtidas através do método tradicional (papel e lápis) em comparação com os valores medidos no equipamento.

A partir desses resultados utilizou-se a fórmula dinâmica de Smith modificada e comparam-se os resultados com as resistência mobilizadas (RMX) medidas no ensaio de carregamento dinâmico.
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As curvas de tolerância abrangem um erro de 2 % da medida realizada, sendo proporcional aos diversos pontos de medida. Através desses resultados ilustra o potencial do PDM na coleta de sinais e nos valores de resistência que podem ser obtidos em campo pela simples aferição de uma fórmula dinâmica.

As correlações entre as medidas no modo manual e através do PDM se demonstram bastante convergente e consequentemente em boa correlações com as fórmulas dinâmicas.

Uma característica do PDM é que em sinais de baixa energia o método tradicional muitas vezes registra valores de nega próximo de zero, entretanto o equipamento consegue registrar nesses casos valores da ordem de 0,5 a 2,0 mm.

Através desse rápido esboço técnico pretende-se apresentar um pouco mais da ferramenta PDM, que além de digitalizar e retirar a influencia humana no registro do conjunto nega e repique permite avaliar outros parâmetros momentaneamente durante a cravação como a velocidade de propagação da onda e a energia liquidam transferida.

Nessa função irá permitir uma rápida comunicação com o projetista / cliente permitindo que modificações na cravação sejam realizadas e controladas com maior precisão.

Palestra SCAC no SEFE 7

terça-feira, 19. junho 2012

A participação da SCAC no SEFE completa-se com a palestra técnica que tivemos a oportunidade de apresentar ontem, dia 18 de Junho de 2012.

O tema é Variabilidade em Fundações, tema que está dando o tom a toda nossa participação ao evento.

Se tiver interesse pode assistir nossa palestra na integra aqui!

Aproveitamos a oportunidade para apresentar mais uma inovação em prol da qualidade e da segurança das obras de fundação, o PDM, mas sobre isso falaremos com um post especifico em breve.

É a SCAC sempre em busca das melhores práticas para garantir a qualidade de suas obras.

Entenda o estande da SCAC no SEFE 7

segunda-feira, 18. junho 2012

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Quisemos dar um tema a nossa participação no SEFE 7.

Optamos pelo tema “Variabilidade do solo”.

Para a SCAC é uma oportunidade ímpar de poder falar da razão que nos leva a escolher nossos produtos e serviços.

Somos uma empresa de engenharia e como tal usamos o conhecimento para nortear nossas escolhas.

Por que fazemos estacas?
Por que cravamos?
Por que não fazemos outros tipos de fundações?

Pois bem, aqui vai nossa resposta: Variabilidade

A SCAC é pioneira e responsável pela popularização de todos os métodos de controle de capacidade de carga hoje em uso no mercado de fundações cravadas no Brasil.

Desde a emenda, com a qual substituímos as “luvas”, que não nos davam garantia de que todos os elementos de uma estaca trabalhassem como uma peca monolítica.

A adaptação do PDA para o on-shore e uso em estacas cravadas.

O desenvolvimento, aprimoramento e popularização dos método de nega e repique como métodos de controle de capacidade de carga.

Tudo isso por um simples motivo, dar a empresa, ao cliente e a sociedade, a garantia que está sendo executado o que está especificado em projeto, nem mais, nem menos.

Quando recebemos de um cliente a análise de um terreno, por mais bem feita que seja, o resultado é uma análise de pontos de uma determinada área que nos da uma expectativa de uma camada resistente como a da figura abaixo. (EXEMPLO REAL)
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Dito isso, lembro que nossa missão é entregar uma fundação capaz de sustentar a construção que será feita nela.

O próximo passo é receber as cargas que as estacas devem suportar.

Com a análise das sondagens temos uma expectativa de profundidade a ser alcançada para atingir a camada de solo que possa oferecer, em conjunto com a estaca, a capacidade de carga necessária.

A solução SCAC é de fundações com estacas de concreto, neste caso estacas de concreto armado centrifugado, cuja instalação se da por meio de cravação.

A obra começa, com ela começamos a cravar.

O ato de cravar a estaca permite que a cada golpe uma nova sondagem seja realizada.

A cada golpe existe a possibilidade de acompanhamento e analise, em tempo real, da integridade da estrutura e da capacidade de carga atingida.

O que descobrimos quando executamos fundações desta forma, ou seja, interagindo com o ambiente onde será instalada a fundação, é que existe uma variação entre as profundidades atingidas pelas estacas.

A variabilidade das profundidades é uma constante.

Aquele mesmo perfil que tínhamos expectativa de encontrar, por meio do sistema de cravação, nos da a possibilidade de assegurar, por óbvios motivos, que o solo na verdade é o da figura abaixo. (EXEMPLO REAL)

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Isso é variabilidade.

Aceitar a variabilidade como fato inquestionável é também forma de economizar em fundações visto que, por meio de cravação, a quantidade de estaca utilizada é a necessária. Nem mais, nem menos.

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Qualquer outro sistema de instalação no solo não é muito mais que uma suposição, ou desperdício.

Em nosso estande reproduzimos um bloco de fundação com estacas, este bloco é a reprodução de uma obra real, no Rio de Janeiro.

São 5 estacas de concreto centrifugado, diâmetro 50, que em uma área de 3m x 2m tem comprimentos cravados de 24,5m – 24,8m – 29,7m – 25,8m – 26,2m.

Queríamos dar credibilidade a nossa representação e fomos até uma obra pegar as pontas dos últimos elementos das estacas utilizadas em uma nossa obra.

As estacas de em nosso estande já foram cravadas! Isso é qualidade!

Para dar ainda mais credibilidade, o solo também veio da obra!

Divulgando conhecimento

sexta-feira, 27. abril 2012

Ontem tivemos a oportunidade de dar uma palestra na Universidade de Jaguariúna.

Para nós, poder falar com estudantes de engenharia é uma oportunidade de apresentar não nossos produtos e serviços, mas nossos questionamentos, responsáveis pelas decisões e soluções nas quais acreditamos e que, consequentemente, vendemos a nossos clientes.

A oportunidade é de apresentar nossa filosofia por meio de fatos reais, fazer de nosso discurso não um “papo de vendedor”, mas de engenheiro!

Para a SCAC a experiência foi excelente.

A receptividade e o interesse dos alunos superou nossas expectativas, e isso nos incentiva a continuar!

Queremos agradecer a Reitoria da Universidade e em especial a Profa. Marilza das Neves por ter proporcionado este evento.

Temos certeza que por meio de contatos com as empresas do mercado os alunos poderão ter uma noção mais fiel do mundo real do qual farão parte.

Abaixo postamos parte do material que usamos para nossa apresentação, claro que a presença do palestrante é fundamental, mas mesmo assim, pode ver alguns dos conceitos.

Estamos a sua disposição!

Laboratório SCAC

sábado, 29. outubro 2011

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Algum tempo atrás prometemos fazer um artigo falando de nosso laboratório.

Para a SCAC, estudar é fundamental.

Conhecer a matéria prima de nossos produtos é fundamental para garantirmos a qualidade e assegurar tecnicamente nosso discurso perante o cliente.

Executar obras nos da a possibilidade de ter um campo de testes constante onde desenvolver tecnologia e aferir os resultados.

É o campo que norteia nossa engenharia, que nos ensina a projetar, orientados ao resultado final, a aplicação do produto.

A empresa conta com um laboratório próprio para análise e controle de todos os insumos e com acompanhamento de uma equipe que se dedica integralmente na coleta de dados e no controle da qualidade de todo processo produtivo, adotando como base parâmetros diferenciados de qualidade.
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Nosso laboratório hoje conta com diversos equipamentos, dentre eles temos que ressaltar 2.

Nossa mini centrifuga, nos permite fazer corpos de prova acompanhando a produção com a mesma técnica, podendo avaliar o traço na condição real de uso.
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A nova prensa hidráulica, com a qual podemos fazer testes de módulo do concreto, nos permite conhecer as características mecânicas do material, em termos práticos, a capacidade de resistir aos esforços na hora da cravação na obra.

Tudo isso resulta em um concreto com um teor de absorção de 0%.

Isso resulta em proteção da armação metálica, o que resulta em durabilidade da estrutura.

Esse item é especialmente relevante se falamos de solos e meios agressivos, como o mar, terrenos com características químicas agressivas, a própria argila mole e os lençóis freáticos consideráveis de diversas regiões.

Um produto feito para durar, para resistir.

É esta nossa paixão pelo conhecimento que nos leva a defesa da solução centrifugada, tecnologia da qual somos pioneiros no Brasil e que, até hoje, foi a que mais atendeu nossas expectativas de durabilidade e qualidade.

Abaixo listamos alguns resultados de testes e algumas fotos dos mesmos e dos corpos de prova.
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texto alessandro
barra-divisao-imagensFotos---Texto-Alessandro-1
Fotos---Texto-Alessandro-2
Fotos---Texto-Alessandro-3

Está pronto para o futuro?

quinta-feira, 22. setembro 2011

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